quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

AINDA NÃO

Ainda não tenho nada minimamente decente para dizer. Por isso resolvo dizer qualquer coisa. Por exemplo: faz tempo que não chove de verdade por aqui. Deu uma chuvinha ontem – isto é, passou uma manhã chovendo. Depois parou. Enquanto isso está chovendo tanto em outros lugares... Não, não quero a chuva que derruba casas e encostas, que alaga ruas, que atrapalha o trânsito. Quero apenas aquela chuvinha boa, meio leve, que permite que o sujeito pare um instante na rua (ou mesmo em casa, olhando pela janela) para pensar um pouco na vida. Por falar nisso, sabe uma coisa que acho bonita? Chuva no final de tarde, quando as luzes da cidade começam a se acender. E você?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

É NISSO QUE DÁ

Sim, é nisso que dá ser exigente demais consigo mesmo. Eu sou assim: ou escrevo algo que considero relativamente decente (para mim, apenas para mim) ou não escrevo nada. Como durante todo esse tempo eu não tinha nada relativamente decente para dizer, calei-me. É nisso que dá. Acabei perdendo, talvez para sempre, o meu único leitor (ou leitora) regular. É alguém de Viçosa – aqui, interior de Alagoas. Alagoano como eu. Sei disso por causa do Google Analytics, que me mostra a origem dos que entram (ou melhor, da única pessoa que entrava) no meu blog. Agora estou aqui, escrevendo para ninguém. E o que é pior: sem algo relativamente decente para dizer. É nisso que dá.